quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Bons e maus exemplos

"Cabo" João Santos ostentando um dos troféus ganhos pelo grupo formado em 1995
Quando da "criação" do Grupo de 1995, houve a preocupação, da parte do cabo e "de outros elementos" em criarem um espaço destinado, à confraternização de todos os elementos, amigos,simpatizantes e visitas.
Esta tertúlia não oficial foi criada numa garagem, muito próxima da moradia do cabo.
Assim funcionou, até haver a oficialização de uma tertúlia no centro da Vila de Riachos junto ao Museu Agricola.
No seu interior, existiam referencias "emolduradas" aos antigos grupos bem como "individualmente" a forcados que fizeram parte desses grupos, amigos e beneméritos.
Estava também decorada com cartazes taurinos referentes aos grupos que existiram na Vila de Riachos, com utensílios ligados ao campo e ao manuseamento dos animais, bem como ostentava alguns galardões atribuídos ao Grupo formado em 1995.
Nunca me inteirei, "nem me dizia respeito" a quem pertencia essa garagem, mas que foi uma mais valia para a união do Grupo isso foi.
Quanto ao seu espólio, sei que transitou para a tertúlia oficial.
Aspecto da tertúlia improvisada



 

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Vêr a diferença

"  Há três coisas na vida que nunca voltam atrás: a flecha lançada; a palavra pronunciada e a oportunidade perdida  ".

Nada mais elucidativo do que este proverbio para definir o que a seguir se vai ver.
Embora todas elas sejam fotocopias digitalizadas com a mesma resolução existe diferenças abismais.

No Castelo de Torres Novas

Em Espanha
Em Vila Nova da Barquinha
Em Espanha

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Dois bons amigos

Carlos Caetano "Carlitos"


Por vezes gosto de retirar coisas do "baú das recordações" e tocar-lhes para depois sobre elas ficar a meditar.
Coisas que andaram de mão em mão.
Mãos que tiveram vida, que acarinharam, que trabalharam e indicaram caminhos, mas que infelismente já não estão entre nós.
Através dessas coisas recordo acontecimentos e pessoas.
Algumas ainda estão vivas e então vou ao encontro delas.
Foi num dia de invernia do ano 2010, que eu quis rever um antigo elemento do Grupo de Forcados de Riachos, formado em 1995.
Com o encontro previamente marcado desloquei-me à cidade de Torres Novas.
Carlos Caetano ou simplesmente "Carlitos" como todos carinhosamente o tratam, estava à minha espera com uma surpresa.
Já tinham passado 15 anos desde que ele e o Jorge Mota ou simplesmente "Jorgito" eram os meus inseparáveis companheiros nos treinos do Grupo.
Carlos Caetano, recebeu-me com a humildade que sempre lhe conheci.
"Seco de carnes" franzino, mas um "forcadão" logo me convidou para o acompanhar a um terreno onde tem gado bravo para as picarias.
Era essa a surpresa.
Depois juntou a família e com orgulho apresentou-me os filhos, onde me fez referência a um deles que quer seguir a pisadas do pai nas arenas ou não tivesse ele já pegado um toiro nas largadas que fizeram pela altura das festas da Azinhaga do Ribatejo.
Pessoas como o "Carlitos" embora sem serem conhecidas do grande publico continuam ligadas à festa brava.
À sua maneira, deleitam-se com aquilo que sempre gostaram de fazer ao mesmo tempo que vão incutindo aos outros o gosto pela festa dos toiros.
São as picarias que o "Carlitos" e os seus filhos promovem que influenciam alguns jovens a ingressarem nos Grupos de Forcados.

Jorge Mota "Jorgito" a fardar-se numa praça desmontavel

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

No Riachense

Nunca tive o prazer de conhecer o autor destas quadras publicados no "Riachense" a 21 de Setembro de 1995, mas pelo que  pude constatar este senhor foi um benemérito, do Grupo de Forcados Amadores de Riachos, mais propriamente no seu colectivo e direccionado para o património daquela Vila, (se é que me faço entender).
Num dos documentos a que tive acesso este senhor não pode ser mais explicito.

(Os homens passam, as colectividades ficam, o património é pertença das ditas colectividades e nunca dos dirigentes.)

Aqui vos deixo essas quadras não sem antes referir que esse Riachense à data 1996, estaria radicado em Vila Nogueira Azeitão, e que se encontrou com elementos do Grupo de 1995, no Hotel Mundial em Lisboa.

Jornal Toiros e Cavalos

Jornal Toiros e Cavalos ano 1   nº 1  Junho de 1997

domingo, 16 de janeiro de 2011

Abiul

 Restaurante "O Gil" na cidade do Entroncamento junto à estação dos caminhos de ferro



Abiul - Freguesia do concelho de Pombal (Portugal) com cerca de 53,16 Km²

Ser de Abiul quase "implica" ser aficionado.
Antigamente (mais do que agora) as conversas "giravam" em redor de toiros e toureiros.
Em meios pequenos, o contacto com os animais era constante e era natural que as brincadeiras das crianças, aliadas ás historias dos adultos, (evidentemente) se "desenrolassem" em torno do que se prendesse com gado e de com quem ele lidasse.
Os ídolos dessas crianças eram os toiros e os toureiros.
Tudo natural, como natural é a aficion de Gilberto Lopes (O Gil ).
Sem protagonismos ( O Gil ) natural de Abiul deu e continua a dar (agora menos devido à sua vida profissional)  o seu contributo à tauromaquia, mesmo estando radicado na cidade do Entroncamento.
"O Gil"  que não faz alarde disso, é uma  pessoa simples de trato fácil e proprietário de um restaurante nesta cidade, mesmo em frente da estação dos caminhos de ferro.
Em outros tempos "O Gil", correndo riscos foi juntamente com o Sr. António Cardoso o protagonista principal de um programa pioneiro sobre toiros (Alternativa) numa radio não legalizada (as chamadas radio pirata) que emitia a partir desta cidade do Entroncamento.
No que diz respeito à sua terra natal (Abiul) "O Gil" foi sempre fazendo o que pôde pela festa dos toiros.
A vida conduziu o nosso amigo para longe do seu país.
Foi na empresa Princess Cruise (Barcos do Amor) que trabalhou durante cerca de seis anos.
Seis meses no mar e dois em terra.
As dificuldades em se manter informado sobre a "nossa" tauromaquia, foram contornadas através do seu (meu também)  amigo João Mendes que lhe gravava em VHS as corridas de toiros bem como programas de tauromaquia.
Por lá cativou colegas de profissão (estrangeiros) que nas horas de lazer assistiam ás toiradas ficando extasiados com o desempenho dos Grupos de Forcados.
Quando regressou a Portugal "O Gil" continuou (e continua), à sua maneira a divulgar aquilo de que sempre gostou.
No seu restaurante podem ver-se suspensos nas paredes artefactos relacionados com a tauromaquia.
Foi adepto e deu o seu contributo ao Grupo de Forcados Amadores de Riachos.
Não me cabe a mim fazer a avaliação de como foi tratado nesse relacionamento, mas para que saiba que o seu empenho não foi esquecido aqui lhe dedico esta página.

                                  Abiul  
Agosto de 1958 
Sábado 2 e Domingo 3  
Duas corridas de toiros integradas nas Festas do Bodo
Doze (12) Toiros em cada tarde
Cavaleiros
D. Luís Ataide 
D. José Ataide
Os Valentes Forcados de Riachos comandados por José Louis "Coragem"

sábado, 15 de janeiro de 2011

A ultima corrida do Grupo de 2000

Foi em Dax França em 12-08-2000 com cinco toiros de Domingo Dominguez.

Regeonadores

Domingo Dominguez (Esp)
Joel Camarron (Esp)
Carlos Alves (Por) que faltou a esta corrida

Forcados Amadores de Riachos

Nesta corrida o Cabo João Santos pegou dois toiros por ter dobrado José Filipe

Observação:
Nesse ano de 2000, mais propriamente em 20-03-2000, fui convidado pela rádio da Golegã para fazer uma intervenção sobre o livro que andava a escrever.