- - Diário Taurino - -: Que cartaz bonito!
Sem duvida, é destas ideias e iniciativas que a festa dos toiros necessita. Por vezes entrelaçar o passado com o presente aguça a curiosidade dos novos aficionados e leva a que os mais idosos falem sobre as experiências do passado. Não seria desprovido de sentido, que para um outro aniversário fosse convidado o Grupo de Riachos, não para pegarem em solitário porque estão novamente a renascer mas como recordação dos seus antepassados que estiveram presentes com dois Grupos nessa inauguração do Campo Pequeno em Lisboa em 18 de Agosto de 1892. Parabéns ao Diário Taurino pela divulgação da historia dos homens de barrete, cinta vermelha e calção de anta que passeiam o nome da terra que representam jogado a vida, enriquecendo uma arte e granjeando prestigio.
Grupo de Forcados Amadores de Riachos, Rua do Sargaço 2350-355 Freguesia de Riachos Concelho de Torres Novas Distrito de Santarém GPS - 39.440925, - 8.509502
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Os Deuses Devem Estar Loucos
Loucos não estão mas que devem estar zangados lá isso devem.
Por vezes o destino prega-nos partidas e desta vez o sorteado foi o João Paulo Conde Branco.
Mas quem é o João Branco "Branquinho" ?
Quando o conheci andava pela mão do pai a dar uma volta à arena da Praça de Touros de Vila Nova da Barquinha.
Seu pai Carlos Branco, tinha acabado de pegar um toiro ao serviço dos Amadores de Riachos.
Depois desse dia "só lhe pus a vista em cima" uns anos mais tarde quando vi o João Branco "Branquinho" pegar um toiro na Praça de Touros de Tomar ao serviço dos Amadores daquela cidade.
Em 2007, com apenas treze anos "e cheio de medo" pegou a sua primeira vaca numa picaria a qual lhe provocou algumas escoriações.
O "gostinho" pelas pegas ficou e quase se tornou uma obsessão.
Em 14 de Junho do ano 2009, farda-se pela primeira vez pelos Amadores de Tomar, na Vila Concelho de Alvaiázere Distrito de Leiria.
A sua primeira pega é feita a um toiro de Conde Cabral, na Vila de Mora, Distrito de Évora, tambem pelos Amadores de Tomar.
Presentemente com o seu pai a reactivar o Grupo de Riachos é natural que o "Branquinho" tenha ficado com o coração dividido entre os dois Grupos (e Amigos que por lá tem) e por isso acabou "por pedir transferência" para o Grupo de Riachos.
Com a temporada a aproximar-se do auge, e por influência dos Amigos que deixou no Grupo de Tomar resolve regressar.
O que se passou não sei, não quero saber, nem são contas do meu rosário, certo é que depois de uma corrida na Praça de Touros de Vila Nova da Barquinha em Abril de 2011, volta novamente para o Grupo de Riachos.
Faz mais um treino e volta novamente para o Grupo de Tomar.
Penso que o "Branquinho" com tanta "transferência" tenha despoletado a ira dos Deuses, e no dia 29 de Julho de 2011, em Nisa pega o toiro mas faz duas fracturas na Tíbia sendo depois operado no Hospital de Abrantes.
Agora só lhe posso desejar uma rápida recuperação, para me deliciar com a sua estética a desafiar um toiro ao mesmo tempo que o aconselho a nunca desafiar os "Deuses".
Por vezes o destino prega-nos partidas e desta vez o sorteado foi o João Paulo Conde Branco.
Mas quem é o João Branco "Branquinho" ?
Quando o conheci andava pela mão do pai a dar uma volta à arena da Praça de Touros de Vila Nova da Barquinha.
Seu pai Carlos Branco, tinha acabado de pegar um toiro ao serviço dos Amadores de Riachos.
Depois desse dia "só lhe pus a vista em cima" uns anos mais tarde quando vi o João Branco "Branquinho" pegar um toiro na Praça de Touros de Tomar ao serviço dos Amadores daquela cidade.
Em 2007, com apenas treze anos "e cheio de medo" pegou a sua primeira vaca numa picaria a qual lhe provocou algumas escoriações.
O "gostinho" pelas pegas ficou e quase se tornou uma obsessão.
Em 14 de Junho do ano 2009, farda-se pela primeira vez pelos Amadores de Tomar, na Vila Concelho de Alvaiázere Distrito de Leiria.
A sua primeira pega é feita a um toiro de Conde Cabral, na Vila de Mora, Distrito de Évora, tambem pelos Amadores de Tomar.
Presentemente com o seu pai a reactivar o Grupo de Riachos é natural que o "Branquinho" tenha ficado com o coração dividido entre os dois Grupos (e Amigos que por lá tem) e por isso acabou "por pedir transferência" para o Grupo de Riachos.
Com a temporada a aproximar-se do auge, e por influência dos Amigos que deixou no Grupo de Tomar resolve regressar.
O que se passou não sei, não quero saber, nem são contas do meu rosário, certo é que depois de uma corrida na Praça de Touros de Vila Nova da Barquinha em Abril de 2011, volta novamente para o Grupo de Riachos.
Faz mais um treino e volta novamente para o Grupo de Tomar.
Penso que o "Branquinho" com tanta "transferência" tenha despoletado a ira dos Deuses, e no dia 29 de Julho de 2011, em Nisa pega o toiro mas faz duas fracturas na Tíbia sendo depois operado no Hospital de Abrantes.
Agora só lhe posso desejar uma rápida recuperação, para me deliciar com a sua estética a desafiar um toiro ao mesmo tempo que o aconselho a nunca desafiar os "Deuses".
| Um dos exemplares que saiu nessa corrida em Nisa |
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Os que passaram ao lado
Dinah Amaral, aficionada, falecida em Junho de 2008,
Pela ternura das suas mãos passaram vários rapazes e raparigas de quem foi ama.
Pelo respeito, instinto, e uma forma notável de estar na vida nunca teve influência nas crianças no sentido de as levar a gostar de Tauromaquia.
Na cave da vivenda, existiam entre outras coisas recordações ligadas à Tauromaquia com fotografias, bandarilhas, chocalhos, barretes, etc..
A rapaziada sempre por lá brincou e pelos vistos (que eu saiba) ninguém se fixou naquele tema.
Podem até ser simpatizantes (talvez por minha influência) mas que se dedicassem a isso não tenho conhecimento, pese embora o facto de a maioria deles eu os ter perdido de vista.
Por isso digo que esses passaram todos ao lado.
Certamente enveredaram por outros caminhos como foi o caso do Filipe, pelos vistos à Tauromaquia nada ligaram mas ficou-lhes sempre no coração a "Mãe amiga" que por sinal até era muito aficionada mas que nunca os influenciou nesse panorama artístico.
Este, o Filipe, (até porque haviam ligações antes de ele nascer entre as duas famílias) deixou-nos um carinho especial que por sinal é reciproco, senão vejamos.
O Filipe estudou musica e por ai fez o seu percurso, (também como professor nessa vertente) lançou o seu primeiro trabalho musical em CD, com o titulo de Impressão Digital e recentemente veio a publico o seu segundo trabalho Terra, Água, Fogo e ar.....de Rock, que dedicou à Dinah.
Este seu trabalho está a ser comercializado também online basta irem ao site oficial ou à pagina do Filipe no Facebook.
Um dia destes até pode ser que eu teste a aficion do Filipe convencendo-o a dar um pequeno espectáculo para angariação de fundos do Grupo de Riachos.
Pela ternura das suas mãos passaram vários rapazes e raparigas de quem foi ama.
Pelo respeito, instinto, e uma forma notável de estar na vida nunca teve influência nas crianças no sentido de as levar a gostar de Tauromaquia.
Na cave da vivenda, existiam entre outras coisas recordações ligadas à Tauromaquia com fotografias, bandarilhas, chocalhos, barretes, etc..
A rapaziada sempre por lá brincou e pelos vistos (que eu saiba) ninguém se fixou naquele tema.
Podem até ser simpatizantes (talvez por minha influência) mas que se dedicassem a isso não tenho conhecimento, pese embora o facto de a maioria deles eu os ter perdido de vista.
Por isso digo que esses passaram todos ao lado.
Certamente enveredaram por outros caminhos como foi o caso do Filipe, pelos vistos à Tauromaquia nada ligaram mas ficou-lhes sempre no coração a "Mãe amiga" que por sinal até era muito aficionada mas que nunca os influenciou nesse panorama artístico.
Este, o Filipe, (até porque haviam ligações antes de ele nascer entre as duas famílias) deixou-nos um carinho especial que por sinal é reciproco, senão vejamos.
O Filipe estudou musica e por ai fez o seu percurso, (também como professor nessa vertente) lançou o seu primeiro trabalho musical em CD, com o titulo de Impressão Digital e recentemente veio a publico o seu segundo trabalho Terra, Água, Fogo e ar.....de Rock, que dedicou à Dinah.
Este seu trabalho está a ser comercializado também online basta irem ao site oficial ou à pagina do Filipe no Facebook.
Um dia destes até pode ser que eu teste a aficion do Filipe convencendo-o a dar um pequeno espectáculo para angariação de fundos do Grupo de Riachos.
Acontece
Na maioria das vezes as coisas acontecem naturalmente sem que tenhamos que as provocar ou até mesmo sem estimular quem quer que seja.
Vem isto a propósito de as coisas se terem conjugado para levar o meu neto a um dos treinos do Grupo.
Ora o rapaz que, ou por falta de jeito meu, ou pelo seu feitio, não me deixa brincar com ele, não me dá um aperto de mão, abraço e muito menos um beijo.
De tenra idade os encantos dele são o computador e a playstation.
Em 07-05-2011, resolvi convidar a minha filha para ir assistir ao treino tal como acontecia quando também ela era de tenra idade e me acompanhava para todo o lado.
Claro que o rapaz (pela primeira vez) acompanhou a mãe, e durante o treino (eu estava na arena) olhava para as bancadas e reparava que o entusiasmo dele era tanto que metia conversa com uma pessoa estranha.
Depois vim a saber que discutia com a irmã do Carlos Duarte "G.S." quem ia para a cara ou quem ia puxar o rabo ao toiro.
Realmente o espectáculo das pegas "marca" naturalmente as pessoas.
Desde esse dia e quando cá vem a casa a primeira preocupação dele é chamar o avô para irmos fazer umas pegas.
"Arranjei mais um amigo"
Vem isto a propósito de as coisas se terem conjugado para levar o meu neto a um dos treinos do Grupo.
Ora o rapaz que, ou por falta de jeito meu, ou pelo seu feitio, não me deixa brincar com ele, não me dá um aperto de mão, abraço e muito menos um beijo.
De tenra idade os encantos dele são o computador e a playstation.
Em 07-05-2011, resolvi convidar a minha filha para ir assistir ao treino tal como acontecia quando também ela era de tenra idade e me acompanhava para todo o lado.
Claro que o rapaz (pela primeira vez) acompanhou a mãe, e durante o treino (eu estava na arena) olhava para as bancadas e reparava que o entusiasmo dele era tanto que metia conversa com uma pessoa estranha.
Depois vim a saber que discutia com a irmã do Carlos Duarte "G.S." quem ia para a cara ou quem ia puxar o rabo ao toiro.
Realmente o espectáculo das pegas "marca" naturalmente as pessoas.
Desde esse dia e quando cá vem a casa a primeira preocupação dele é chamar o avô para irmos fazer umas pegas.
"Arranjei mais um amigo"
| "O meu amigo" |
| Temos que lhe fazer a vontade |
| Prenda de aniversário (logótipo não oficial) |
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| Chamusca 1996. João Santos no chão e Carlos Branco pelo ar |
terça-feira, 26 de julho de 2011
A união faz a força
Porto de Mós, uma Vila do Distrito de Leiria, tem como Santo Padroeiro São Pedro e como património o Castelo de Porto de Mós também conhecido Castelo de D. Fuas Roupinho, Igreja de São Pedro, Igreja de São João e Capela de Santo António.
As festas de São Pedro, decorreram entre 25 de Junho e 3 de Julho, e incluíram entre outros eventos algumas vacadas.
O Grupo de Riachos foi convidado para fazer uma demonstração de pegas a três novilhos da ganadaria Carlos Damas.
O que consegui recolher da actuação do Grupo não tem a melhor qualidade de imagem mesmo assim valeu a colaboração de um aficionado que infelizmente não conseguiu registar a pega do Marquitos.
O Cabo mandou malta nova para para o recinto e eles cumpriram mediante as suas qualidades que ainda não são muitas porque infelizmente os treinos tem sido escassos.
Desejosos por estrear as jaquetas o que até ao momento ainda não se registou por falta de convites pois assim talvez o meu desejo seja realizado em os ver estrear as ditas na sua terra junto das suas gentes.
As festas de São Pedro, decorreram entre 25 de Junho e 3 de Julho, e incluíram entre outros eventos algumas vacadas.
O Grupo de Riachos foi convidado para fazer uma demonstração de pegas a três novilhos da ganadaria Carlos Damas.
O que consegui recolher da actuação do Grupo não tem a melhor qualidade de imagem mesmo assim valeu a colaboração de um aficionado que infelizmente não conseguiu registar a pega do Marquitos.
O Cabo mandou malta nova para para o recinto e eles cumpriram mediante as suas qualidades que ainda não são muitas porque infelizmente os treinos tem sido escassos.
Desejosos por estrear as jaquetas o que até ao momento ainda não se registou por falta de convites pois assim talvez o meu desejo seja realizado em os ver estrear as ditas na sua terra junto das suas gentes.
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| O Grupo |
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| Indicações do Cabo ao Marquitos |
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| Um carinho ao Marquitos |
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| Luís Azevedo a recuar |
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| Pega de Luís Azevedo |
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| Agarrado à barbela |
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| Luís Folgado a rabejar |
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| André Pinto |
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| André Pinto |
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| André Pinto |
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| O novilho a fugir ao Grupo |
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| Um dos velhos "ao leme" |
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| Grupinho novo mas coeso |
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| Aguenta ai ó Tordo (João Neves) |
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| Ai está, olé |
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Tentativas
Falando em Riachos de outras épocas poderemos constatar e louvar as tentativas que já se fizeram para reabilitar algumas tradições daquele povo, nomeadamente a de um Grupo de Forcados.
Por todo o lado se têm reabilitado tradições que se foram desvanecendo ao longo dos tempos e recordando outras que agora estão a despertar a curiosidade das pessoas, principalmente dos mais novos.
Falo da recreação de eventos históricos, como feiras medievais, danças históricas, feiras de gastronomia, recuperação e apresentação de doçaria conventual, etc..
Presentemente na Vila de Riachos, estamos novamente a assistir a mais uma tentativa para reabilitar uma tradição que certamente será do agrado daquela gente principalmente de quem a viveu na primeira pessoa e em outras épocas.
Só falando e divulgando aos mais novos esses acontecimentos do passado, se consegue despertar a sua curiosidade para o fenómeno presente.
Para se ter a percepção do que se perdeu ao longo dos anos naquela Vila, nada melhor que "retirar" umas palavras do livro "Visitas Paroquiais na Região de Torres Novas (século XVII - XVIII )" de Isaías da Rosa Pereira, que ao referir-se a uma acta escrita, quando no dia 31 de Outubro de 1747, depois de uma visita Paroquial à Igreja dos Casais de Riachos, feita pelo Dr. Luís Gomes Loureiro em nome do senhor Cardeal Patriarca D. Tomás de Almeida disse o seguinte:
"Constou-me que os moradores, mordomos e confrades do dito lugar Riachos aplicam e gastam os rendimentos das confrarias e esmolas, em coisas menos licitas e Festas de Toiros, que não são do agrado de Deus".
Por aqui se pode ver que a tradição da Festa Brava, em Riachos percorreu um caminho que vai pelo menos de 1747 até aos anos cinquenta do século XX altura em que se começou a desvanecer.
Um dos ressurgimentos dá-se por volta de 1963, outro em 1995, e agora 2011.
Que venham a corridas e a vontade de prosseguir em frente sem interregnos.
Por todo o lado se têm reabilitado tradições que se foram desvanecendo ao longo dos tempos e recordando outras que agora estão a despertar a curiosidade das pessoas, principalmente dos mais novos.
Falo da recreação de eventos históricos, como feiras medievais, danças históricas, feiras de gastronomia, recuperação e apresentação de doçaria conventual, etc..
Presentemente na Vila de Riachos, estamos novamente a assistir a mais uma tentativa para reabilitar uma tradição que certamente será do agrado daquela gente principalmente de quem a viveu na primeira pessoa e em outras épocas.
Só falando e divulgando aos mais novos esses acontecimentos do passado, se consegue despertar a sua curiosidade para o fenómeno presente.
Para se ter a percepção do que se perdeu ao longo dos anos naquela Vila, nada melhor que "retirar" umas palavras do livro "Visitas Paroquiais na Região de Torres Novas (século XVII - XVIII )" de Isaías da Rosa Pereira, que ao referir-se a uma acta escrita, quando no dia 31 de Outubro de 1747, depois de uma visita Paroquial à Igreja dos Casais de Riachos, feita pelo Dr. Luís Gomes Loureiro em nome do senhor Cardeal Patriarca D. Tomás de Almeida disse o seguinte:
"Constou-me que os moradores, mordomos e confrades do dito lugar Riachos aplicam e gastam os rendimentos das confrarias e esmolas, em coisas menos licitas e Festas de Toiros, que não são do agrado de Deus".
Por aqui se pode ver que a tradição da Festa Brava, em Riachos percorreu um caminho que vai pelo menos de 1747 até aos anos cinquenta do século XX altura em que se começou a desvanecer.
Um dos ressurgimentos dá-se por volta de 1963, outro em 1995, e agora 2011.
Que venham a corridas e a vontade de prosseguir em frente sem interregnos.
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| Chamusca 1996 (Cabo João Santos) |
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| Riachos (Carlos Branco actual mentor do Grupo e o filho João Branco) |
domingo, 24 de julho de 2011
Uma Aficionada
Chama-se Patrícia Branco Lopes e hoje foi o dia do seu aniversário.
Parabéns Patrícia.
A Patrícia ainda não era nascida quando o seu pai Jorge Lopes, frequentava os treinos do Grupo formado em 1995.
Jorge Lopes embora tivesse participado nas funções dos treinos nunca se chegou a fardar a vida assim o exigiu mas o seu coração sempre esteve com aquele Grupo até porque tinha lá um dos irmãos a pegar.
Posteriormente também um dos sobrinhos se começou a destacar num Grupo da região.
Agora com o Grupo de Riachos novamente a tentar relançar-se é natural que as emoções do Jorge Lopes estejam de novo ao rubro no sentido de ajudar o Grupo no que for preciso, (é isso que tem feito).
Essas atitudes repercutem-se nos filhos e a Patrícia já foi "contagiada".
A pedido ou como prenda dos pais não houve nenhuma tourada em sua honra, mas sim um passeio de Charrete para ela comemorar este dia com toda a rapaziada.
Parabéns Patrícia.
A Patrícia ainda não era nascida quando o seu pai Jorge Lopes, frequentava os treinos do Grupo formado em 1995.
Jorge Lopes embora tivesse participado nas funções dos treinos nunca se chegou a fardar a vida assim o exigiu mas o seu coração sempre esteve com aquele Grupo até porque tinha lá um dos irmãos a pegar.
Posteriormente também um dos sobrinhos se começou a destacar num Grupo da região.
Agora com o Grupo de Riachos novamente a tentar relançar-se é natural que as emoções do Jorge Lopes estejam de novo ao rubro no sentido de ajudar o Grupo no que for preciso, (é isso que tem feito).
Essas atitudes repercutem-se nos filhos e a Patrícia já foi "contagiada".
A pedido ou como prenda dos pais não houve nenhuma tourada em sua honra, mas sim um passeio de Charrete para ela comemorar este dia com toda a rapaziada.
| Parabéns Patrícia |
| Rapaziada aficionada em passeio |
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