Grupo de Forcados Amadores de Riachos, Rua do Sargaço 2350-355 Freguesia de Riachos Concelho de Torres Novas Distrito de Santarém GPS - 39.440925, - 8.509502
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Porta-te bem rapaz
Foi no Domingo dia 05 que se realizou o primeiro treino do Grupo deste ano de 2012, desta vez no tentadero do cavaleiro Filipe Vinhais.
Quem é Filipe Vinhais ?
Filipe Vinhais (pesquisa na net) é natural da Cidade de Tomar nascido a 05 de Junho de 1981, estudou na Academia da Força Aérea e tirou a alternativa de cavaleiro profissional a 19 de Junho de 2011, na Praça de Touros do Cartaxo onde teve como padrinho o cavaleiro Manuel Jorge de Oliveira com o testemunho de António Ribeiro Telles.
Ainda eu não sabia que este jovem era aficionado e praticante já a minha vida se tinha cruzado com a dele.
Eu a cumprir a minha missão (actividade profissional) e ele (não só ele) a "esturrar-me" a paciência porque a irreverência da juventude a isso se presta.
Também já fui jovem (todos fomos) e por isso acabava sempre por levar a coisa para o lado da pedagogia a fim de os fazer entender que aquilo que faziam não estava a ser muito correcto ( e eu fazia cara feia e tudo).
Depois do correctivo (que quase nunca surtia efeito) virava-lhe as costas sorria e dizia para com os meu botões:
- Isso com o tempo passa-te.
É natural que alguma dessa irreverência de juventude já lhe tenha passado até porque a idade vai sendo outra as responsabilidades também mais o facto que depois constituem família e também eles têm que corrigir os filhos e serem um exemplo para os mesmos, é a vida.
Certamente que naquela época, lá para dentro dele (no trato comigo sempre foi correcto) me chamou uma data de nomes mas pelos visto deixei alguma marca ao ponto de ainda se recordar de mim.
Tive pena de não poder comparecer ao treino mas como sempre faço, logo que me é possível ligo ao cabo para saber como decorreu e se "os meus rapazes" estão bem.
O cabo foi-me dizendo que o treino decorreu bem, que não podiam ter sido melhor recebidos, que o anfitrião se recordava de mim, que era um rapaz espectacular, enfim pelo resto da conversa (onde não se coibiu de lhe tecer elogios) soube que vieram de lá encantados pela maneira em como foram recebidos.
Olé, Filipe Vinhais, sorte (e porta-te bem rapaz).
domingo, 29 de janeiro de 2012
O tempo não pára
Pois é, tudo tem o seu tempo mas por vezes eu gosto de o guardar.
Tenho guardado o tempo de várias maneiras, em fotografias, filmagens ou através de objectos.
Por vezes esse tempo (momento) ficou retratado mas em muito más condições porque os tempos eram outros sem que existissem tecnologias para o fazer parar com qualidade (a falta de verba para adquirir essas tecnologias também conta) mesmo assim quero aqui deixar algum desse tempo para ser recordado por quem dele fez parte.
Tenho guardado o tempo de várias maneiras, em fotografias, filmagens ou através de objectos.
Por vezes esse tempo (momento) ficou retratado mas em muito más condições porque os tempos eram outros sem que existissem tecnologias para o fazer parar com qualidade (a falta de verba para adquirir essas tecnologias também conta) mesmo assim quero aqui deixar algum desse tempo para ser recordado por quem dele fez parte.
![]() |
| Carlos Caetano "Carlitos" |
| "Tiquinho" |
![]() |
| Arsénio |
![]() |
| Arsénio |
![]() |
| Arsénio |
![]() |
| Na cara Carlos Caetano "Carlitos" |
![]() |
| Jorge Dinis "Rato" |
![]() |
| Jorge Dinis "Rato" |
![]() |
| Na cara Jorge Dinis "Rato" |
![]() |
| Em Espanha na cara João Santos |
![]() |
| João Neves "Tordo" |
![]() |
| Em Espanha João Neves "Tordo" a preparar-se para rabejar |
sábado, 31 de dezembro de 2011
2012
Em meu nome e em nome do futuro Grupo de Forcados da Vila de Riachos, é com muita honra e muito prazer que vos desejamos um ano de 2012, preenchido com o que mais desejarem.
domingo, 25 de dezembro de 2011
Nobreza é Natal
Amigos.
Ainda não me chegou material (fotografias) ás mãos para poder fazer uma selecção a fim de o poder apresentar.
Compreendo que estas coisa levam o seu tempo e para mais na época festiva que estamos a atravessar não há mãos a medir para acudirmos a todas as solicitações, especialmente da família que é para isso que serve a quadra natalícia.
No entanto vou fazer esta pagina, com o que tenho, rematando assim este ano de 2011.
Quero desde já ressalvar, a atitude de "um elemento do Grupo" que devido á sua humildade merece ser destacado.
Tenho em curso um novo trabalho (livro) que ficará para a historia da Vila de Riachos, com mais esta iniciativa de resurgimento de um Grupo de Forcados naquela Vila Ribatejana. Esse elemento (tal como todos os outros) não irá ser esquecido até porque tenho um carinho especial por ele.
Falo-vos do João Inverno "Palitos".
A humildade deste "elemento" faz dele uma pessoa (Sui Generis) e já preencheu cerca de trés paginas desse meu novo trabalho.
Por agora não vale a pena estar a ressalvar as qualidades (ou defeitos) deste meu amigo porque são só minhas (por enquanto) mas a seu tempo irão ficar para a história, porque irei sempre estar atento ao seu percurso dentro daquele colectivo de homens.
Adiante.
O jantar de Natal, uniu novos e "velhos" famílias, amigos, simpatizantes, pessoas de outros Grupos, Forcados já retirados e que pertenceram a outros Grupos mas que fizeram questão de estar presentes para apoiar este novel Grupo (olé) foi uma noite para recordar.
Houve os inevitáveis discursos, e brincadeiras ás quais já não pude estar presente.
Um fado que me foi dedicado, e presentes para o Grupo.
Sem duvida alguma que todos reconheceram o trabalho que tem sido feito pelo actual "Cabo" e por aqueles que tem dado de uma forma ou outra o seu contributo para que este projecto se torne uma realidade (eu sei quem são).
Agora faço votos, para que que no ano de 2012, sejam dadas oportunidades a mais este colectivo de homens a fim de renascer mais um Grupo naquela Vila, que já ficou para a historia da tauromaquia portuguesa onde um Grupo inaugurou a Praça de Touros de Évora a do campo Pequeno em Lisboa entre outras. Teve homens que pegaram touros à saída dos curros, que pegaram os seis touros de uma corrida (profissionais), que pegaram touros de costas ou sentados numa cadeira, sendo tambem o primeiro Grupo que apareceu com o nome da terra que representava, entre outros factos históricos.
Ainda não me chegou material (fotografias) ás mãos para poder fazer uma selecção a fim de o poder apresentar.
Compreendo que estas coisa levam o seu tempo e para mais na época festiva que estamos a atravessar não há mãos a medir para acudirmos a todas as solicitações, especialmente da família que é para isso que serve a quadra natalícia.
No entanto vou fazer esta pagina, com o que tenho, rematando assim este ano de 2011.
Quero desde já ressalvar, a atitude de "um elemento do Grupo" que devido á sua humildade merece ser destacado.
Tenho em curso um novo trabalho (livro) que ficará para a historia da Vila de Riachos, com mais esta iniciativa de resurgimento de um Grupo de Forcados naquela Vila Ribatejana. Esse elemento (tal como todos os outros) não irá ser esquecido até porque tenho um carinho especial por ele.
Falo-vos do João Inverno "Palitos".
A humildade deste "elemento" faz dele uma pessoa (Sui Generis) e já preencheu cerca de trés paginas desse meu novo trabalho.
Por agora não vale a pena estar a ressalvar as qualidades (ou defeitos) deste meu amigo porque são só minhas (por enquanto) mas a seu tempo irão ficar para a história, porque irei sempre estar atento ao seu percurso dentro daquele colectivo de homens.
Adiante.
O jantar de Natal, uniu novos e "velhos" famílias, amigos, simpatizantes, pessoas de outros Grupos, Forcados já retirados e que pertenceram a outros Grupos mas que fizeram questão de estar presentes para apoiar este novel Grupo (olé) foi uma noite para recordar.
Houve os inevitáveis discursos, e brincadeiras ás quais já não pude estar presente.
Um fado que me foi dedicado, e presentes para o Grupo.
Sem duvida alguma que todos reconheceram o trabalho que tem sido feito pelo actual "Cabo" e por aqueles que tem dado de uma forma ou outra o seu contributo para que este projecto se torne uma realidade (eu sei quem são).
Agora faço votos, para que que no ano de 2012, sejam dadas oportunidades a mais este colectivo de homens a fim de renascer mais um Grupo naquela Vila, que já ficou para a historia da tauromaquia portuguesa onde um Grupo inaugurou a Praça de Touros de Évora a do campo Pequeno em Lisboa entre outras. Teve homens que pegaram touros à saída dos curros, que pegaram os seis touros de uma corrida (profissionais), que pegaram touros de costas ou sentados numa cadeira, sendo tambem o primeiro Grupo que apareceu com o nome da terra que representava, entre outros factos históricos.
| "Palitos" a dar primeiras |
| "Palitos" camisa ao xadrez e Luís Azevedo |
| Jantar de Natal 2011 |
| Algumas pessoas convidadas e o "Tordo" a andar de "bicicleta" dentro de um restaurante (a "vagoneta" também te deu sopa de corno eh eh) |
| (A titulo particular) esteve o Presidente da Junta de Freguesia a discursar |
| "Palitos" para iniciar o discurso (com a humildade que lhe é característica) |
| Dedicado a mim um fado tendo como "pano de fundo" a praça de touros de Abiul |
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
"Sopa de corno" naquela tarde de 17-12-2011
Por enquanto estou à espera que me chegue mais material (fotografias) referente à brincadeira que se fez na Quinta das Fontainhas, aproveito também para agradecer ao Sr. Américo e ao filho Miguel, a amabilidade que tem tido em facultar aquele espaço para se fazerem treinos e alguns eventos.
| Aqui já se tinha servido alguma "sopa" a avaliar pelas palhas que tinha no Pullover |
| Foi aqui que o meu amigo Espalha ficou a saber que eu tenho problemas de audição (eu também não sabia) |
| A dar primeiras o Pedro Silva que pertenceu aos Amadores de Tomar |
| A rabejar Jorge Vicente, a dar primeiras Alexandre Espalha |
| A pedido do Flávio, eu a dar-lhe primeiras |
| (Para quem não acreditava) o meu convidado e amigo Carlos Seixas a dar uns caputazos |
| Como diria o meu amigo Arsénio "agacha-te rapaz" |
Pega daí, ou sai daí ?!!!!!
A tarde do dia 17-12-2011, que antecedeu o jantar de Natal do futuro Grupo de Forcados da Vila de Riachos, foi agradável.
Aprendeu-se muita coisa numa simples brincadeira que foi feita para se ganhar apetite para o jantar.
Quanto a mim apercebi-me que o tamanho não conta mas sim o desempenho.
Também fiquei a saber que não é preciso empanturrar-nos com muita "sopa de corno" para ficarmos uns dias com o corpo todo dorido, nem ir marcar consulta ao otorrino, para ficarmos a saber que já andamos a ouvir mal.
Passo a explicar.
Se de 1995 a 1998 as coisas me correram sempre de feição (sem percalços de maior) no ano de 2010 e até agora também não tinham havido novidades.
Como tem que haver sempre uma primeira vez para tudo aqui fica o relato do que aconteceu.
Acho que os "tipos" fazem uma combinação entre eles para que não seja sempre o mesmo a desafiar-me, (devem achar graça aos meus cabelos brancos).
Desta vez foi o Alexandre Espalha a "sair-me na rifa".
- Ó Amaral é hoje que te vou dar primeiras ?
- E porque não rapaz.
- Saiu a "Esponja" e eu cheguei-me perto do cabo e perguntei-lhe: - Que dizes se eu for abrir isto ?
-Com esta não, Amaral esta não presta para ti.
Fiquei mais descansado porque as outras eram pequeninas.
Saltou o Fábio e mais uma data de malta e lá se andaram a divertir com a "Esponja".
Recolhida a "Esponja" sai a primeira das pequeninas.
Muito andamento naquelas pernitas, muito sentido e eu fiquei com a percepção de que aquele animal já tinha feito muitas centenas de quilómetros a caminho das picarias.
- Anda lá ó Espalha vamos lá.
Gosto das coisas feitas devagar mas ali não deu hipótese.
Encurtei terrenos, recuei e mesmo antes de andar por debaixo da "vagoneta" senti uma dor lancinante no meu peitoral direito.
Levantei-me, e já a "vagoneta" vinha na minha direcção.
Pelos vistos o meu primeiro ajuda já estava pronto e diz-me:
- Pega aí.
Só que se esqueceu (porque é novo) que estas idades trazem tudo de ruim e eu percebi:
-Sai daí.
Fiz um trejeito com o corpo (qual recortador) e o meu amigo Espalha enrolou-se com o bicho.
Risota da assistência e da minha parte um sentido pedido de desculpa ao meu amigo pela já minha fraca audição.
À terceira tentativa lá fiquei na cara (mal e porcamente).
Sai o terceiro animal da tarde (outra vagoneta) irmã gémea da anterior e como eu não queria deixar os meus créditos por mãos alheias salto lá para dentro disposto a enfrentar aquela "fera".
Pois é !!!
O gado estava desembolado, só faltou foi morder porque até a "pés juntos" saltou em cima do João Neves "Tordo" ao ponto de aparecer no jantar com umas "bonitas e vistosas" canadianas.
"A vagoneta" arranca-se para mim, começo a recuar (desta vez a dar primeiras estava o Pedro Silva e o Jorge Vicente ia rabejar).
Um piton "entra-me" por debaixo da axila e sinto uma dor ainda mais forte do que a primeira, a fazer-me sentir que algo se tinha rasgado dentro de mim e a que veio logo a seguir foi num dos tendões do meu pé esquerdo.
Não quis insistir (até porque me tinha comprometido ir ao jantar e não queria faltar !!!!) no entanto pelo meio destas peripécias ainda tive tempo para fazer duas coisas que nunca tinha feito.
A pedido do Flávio fui-lhe dar primeiras e a outra foi "rabejar" o animal e naqueles breves momentos deu para sentir a força que tem um animal tão pequeno.
Por agora (ainda com o corpo todo dorido) acho que vou começar a ganhar juízo (pelo menos até à próxima temporada).
Oportunamente irei elaborar a pagina referente ao jantar.
Desde já desejo um bom Natal a todos os elementos do Grupo, amigos e simpatizantes com o desejo que o próximo ano de 2012, seja "recheado" de treinos, corridas e menos dores no corpo.
Aprendeu-se muita coisa numa simples brincadeira que foi feita para se ganhar apetite para o jantar.
Quanto a mim apercebi-me que o tamanho não conta mas sim o desempenho.
Também fiquei a saber que não é preciso empanturrar-nos com muita "sopa de corno" para ficarmos uns dias com o corpo todo dorido, nem ir marcar consulta ao otorrino, para ficarmos a saber que já andamos a ouvir mal.
Passo a explicar.
Se de 1995 a 1998 as coisas me correram sempre de feição (sem percalços de maior) no ano de 2010 e até agora também não tinham havido novidades.
Como tem que haver sempre uma primeira vez para tudo aqui fica o relato do que aconteceu.
Acho que os "tipos" fazem uma combinação entre eles para que não seja sempre o mesmo a desafiar-me, (devem achar graça aos meus cabelos brancos).
Desta vez foi o Alexandre Espalha a "sair-me na rifa".
- Ó Amaral é hoje que te vou dar primeiras ?
- E porque não rapaz.
- Saiu a "Esponja" e eu cheguei-me perto do cabo e perguntei-lhe: - Que dizes se eu for abrir isto ?
-Com esta não, Amaral esta não presta para ti.
Fiquei mais descansado porque as outras eram pequeninas.
Saltou o Fábio e mais uma data de malta e lá se andaram a divertir com a "Esponja".
Recolhida a "Esponja" sai a primeira das pequeninas.
Muito andamento naquelas pernitas, muito sentido e eu fiquei com a percepção de que aquele animal já tinha feito muitas centenas de quilómetros a caminho das picarias.
- Anda lá ó Espalha vamos lá.
Gosto das coisas feitas devagar mas ali não deu hipótese.
Encurtei terrenos, recuei e mesmo antes de andar por debaixo da "vagoneta" senti uma dor lancinante no meu peitoral direito.
Levantei-me, e já a "vagoneta" vinha na minha direcção.
Pelos vistos o meu primeiro ajuda já estava pronto e diz-me:
- Pega aí.
Só que se esqueceu (porque é novo) que estas idades trazem tudo de ruim e eu percebi:
-Sai daí.
Fiz um trejeito com o corpo (qual recortador) e o meu amigo Espalha enrolou-se com o bicho.
Risota da assistência e da minha parte um sentido pedido de desculpa ao meu amigo pela já minha fraca audição.
À terceira tentativa lá fiquei na cara (mal e porcamente).
Sai o terceiro animal da tarde (outra vagoneta) irmã gémea da anterior e como eu não queria deixar os meus créditos por mãos alheias salto lá para dentro disposto a enfrentar aquela "fera".
Pois é !!!
O gado estava desembolado, só faltou foi morder porque até a "pés juntos" saltou em cima do João Neves "Tordo" ao ponto de aparecer no jantar com umas "bonitas e vistosas" canadianas.
"A vagoneta" arranca-se para mim, começo a recuar (desta vez a dar primeiras estava o Pedro Silva e o Jorge Vicente ia rabejar).
Um piton "entra-me" por debaixo da axila e sinto uma dor ainda mais forte do que a primeira, a fazer-me sentir que algo se tinha rasgado dentro de mim e a que veio logo a seguir foi num dos tendões do meu pé esquerdo.
Não quis insistir (até porque me tinha comprometido ir ao jantar e não queria faltar !!!!) no entanto pelo meio destas peripécias ainda tive tempo para fazer duas coisas que nunca tinha feito.
A pedido do Flávio fui-lhe dar primeiras e a outra foi "rabejar" o animal e naqueles breves momentos deu para sentir a força que tem um animal tão pequeno.
Por agora (ainda com o corpo todo dorido) acho que vou começar a ganhar juízo (pelo menos até à próxima temporada).
Oportunamente irei elaborar a pagina referente ao jantar.
Desde já desejo um bom Natal a todos os elementos do Grupo, amigos e simpatizantes com o desejo que o próximo ano de 2012, seja "recheado" de treinos, corridas e menos dores no corpo.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
O Mentalista
E o Forcado de oiro pá ?
E as corridas com 8 e 9 touros pá ?
E as corridas mistas pá ?
Pois é, não sou invejoso, por isso entendo que deveriam de existir em Portugal mais corridas mistas para assim se agradar a "gregos e troianos".
Dava-se assim oportunidade aos aspirantes a Matadores de Touros, que prematuramente ( depois de saírem das escolas de toureio) se têm que deslocar para Espanha a fim de seguirem a carreira que ambicionaram.
Como entendo "estar a meter a foice em ceara alheia", porque pouco ou nada percebo do assunto vou-me desviar dele e centrar-me no que me levou a criar mais esta pagina.
«O Forcado de oiro»
Na década de 50, " O Grupo de Riachos" devia andar numa fase conturbada (assim me parece) com a disputa da sua liderança.
Existem indícios de que por vezes se apresentavam dois Grupos, na mesma corrida. Um ia denominado como Grupo de Forcados de Riachos, e o outro ia denominado com o nome do cabo que o estava a comandar.
Ambos os Grupos seriam da Vila de Riachos, (profissionais) mas nessa época deveriam estar em litígio pelo comando com homens divididos e em numero suficiente para formarem dois ou mais Grupos.
Participavam nas corridas onde figuravam os melhores Cavaleiros e Matadores de Touros da actualidade, e nas mais conceituadas praças do País.
Com essa disputa de liderança deviam dar o seu melhor no que respeita ás pegas porque chegaram (em disputa com outros Grupos) a ganhar o Forcado de oiro.
- E o Forcado de oiro pá ?
Pois é, que bom seria, ter havido alguém nesses tempos (e em outros) que fosse disciplinado ao ponto de recolher e preservar todo esse historial (material) para que agora o pudesse-mos apreciar numa sala do Museu Agrícola de Riachos.
Talvez as divisões tenham proporcionado um orgulho desmedido em certas pessoas ao ponto de as levarem a cometer actos de bravura em praça e que depois as catapultou para a celebridade que se ficou só por aqueles tempos porque depois de desaparecerem deste mundo nada ficou (ou muito pouco) para a posteridade.
Ao que julgo saber existem alguns (poucos) bons exemplos de Grupos de Forcados, que (possivelmente) apoiados pelos "pelouros culturais" e uma vontade férrea da população da terra que representam, lhes têm proporcionado condições para arquivarem, mostrarem e divulgarem a sua historia.
E as corridas com 8 e 9 touros pá ?
E as corridas mistas pá ?
Pois é, não sou invejoso, por isso entendo que deveriam de existir em Portugal mais corridas mistas para assim se agradar a "gregos e troianos".
Dava-se assim oportunidade aos aspirantes a Matadores de Touros, que prematuramente ( depois de saírem das escolas de toureio) se têm que deslocar para Espanha a fim de seguirem a carreira que ambicionaram.
Como entendo "estar a meter a foice em ceara alheia", porque pouco ou nada percebo do assunto vou-me desviar dele e centrar-me no que me levou a criar mais esta pagina.
«O Forcado de oiro»
Na década de 50, " O Grupo de Riachos" devia andar numa fase conturbada (assim me parece) com a disputa da sua liderança.
Existem indícios de que por vezes se apresentavam dois Grupos, na mesma corrida. Um ia denominado como Grupo de Forcados de Riachos, e o outro ia denominado com o nome do cabo que o estava a comandar.
Ambos os Grupos seriam da Vila de Riachos, (profissionais) mas nessa época deveriam estar em litígio pelo comando com homens divididos e em numero suficiente para formarem dois ou mais Grupos.
Participavam nas corridas onde figuravam os melhores Cavaleiros e Matadores de Touros da actualidade, e nas mais conceituadas praças do País.
Com essa disputa de liderança deviam dar o seu melhor no que respeita ás pegas porque chegaram (em disputa com outros Grupos) a ganhar o Forcado de oiro.
- E o Forcado de oiro pá ?
Pois é, que bom seria, ter havido alguém nesses tempos (e em outros) que fosse disciplinado ao ponto de recolher e preservar todo esse historial (material) para que agora o pudesse-mos apreciar numa sala do Museu Agrícola de Riachos.
Talvez as divisões tenham proporcionado um orgulho desmedido em certas pessoas ao ponto de as levarem a cometer actos de bravura em praça e que depois as catapultou para a celebridade que se ficou só por aqueles tempos porque depois de desaparecerem deste mundo nada ficou (ou muito pouco) para a posteridade.
Ao que julgo saber existem alguns (poucos) bons exemplos de Grupos de Forcados, que (possivelmente) apoiados pelos "pelouros culturais" e uma vontade férrea da população da terra que representam, lhes têm proporcionado condições para arquivarem, mostrarem e divulgarem a sua historia.
Subscrever:
Mensagens (Atom)













