sábado, 6 de abril de 2019

É só para avisar !!!!












 Como já todos sabem não tenho tido tempo para acompanhar o Grupo.
Acontece que o pouco que vou sabendo é através do meu amigo Carlos Seixas que por vezes consegue ir a um treino. O Carlos logo que isso acontece é de uma amabilidade e disponibilidade extrema. Liga-me para saber onde estou para depois me ir entregar um CD com as fotos que recolheu. Esta amabilidade e disponibilidade são para mim de uma nobreza que rareia nestes tempos modernos.
Bom, mas é só para avisar que o Grupo, tem vindo a fazer a sua preparação para esta época de 2019, com sucessivos treinos em diversos locais e segundo me constou sempre com uma evolução didática acrescentando a cada treino mais uma “disciplina” para um bom progresso no sentido de (em praça) respeitar todos os cânones pelos quais um Grupo de Forcados se rege.  



(as fotos são somente para ilustrar)

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Respeito












Respeito (é) a raiz da disciplina.
Nem todos podemos ser doutores, engenheiros, etc… mas todos podemos ter respeito.
Acredito que o “nosso” Grupo esteja feliz, eufórico, pelas críticas construtivas sobre o Festival Taurino que se realizou em 09-02-2019, em Granja, Alentejo. Mas, não deve “embandeirar em arco”.
Acredito (quero acreditar) que todos os cabos fundadores deste Grupo, desde tempos imemoriais (os que estão no céu) e os mais recentes estejam orgulhosos do trabalho em que foram pioneiros, sabendo que nunca serão esquecidos  
Os “miúdos”, portaram-se bem, estão a renascer, (sempre a necessitar de ajustes) e penso que receptivos a críticas, construtivas ( não depreciativas e de escárnio) para poderem estar sempre a evoluir para fazerem mais e melhor (ninguém nasce ensinado).
 Comentei com alguém (escrevi a alguém) que nunca mais iria passar textos do Blogue para as redes sociais, mas vou abrir esta exceção porque também eu, fui invadido pela vaidade que senti em ler as crônicas sobre o Festival Taurino realizado em Granja, em que o nosso Grupo participou. Presumo que esta alegria seja extensível a todos os cabos precursores deste Grupo nomeadamente aos que com quem convivi, João Santos, Carlos Branco; João Branco e presentemente Nuno Matos. Para todos, com todo o respeito, reparto esta minha alegria por terem sido os precursores e mentores do G. F.A.R..   

Também quero voltar a referir que:  
Certa vez alguém me disse (e eu retive). “O dever de fidelidade cessa quando cessam os compromissos; o dever de lealdade para com o nosso semelhante não cessa depois dos compromissos, não cessa sequer depois da morte, porque depois da morte há ainda um nome e uma memória a respeitar, à qual devemos um comportamento leal”. Um bem haja a todos os Grupos de Forcados e que a sorte se reparta  por todos para a época que se inicia.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Ganadaria, Carlos Damas

Foto: Carlos Seixas


O "nosso" Grupo, realizou o primeiro treino da época de 2019, na Ganadaria: Carlos Damas.
Aconteceu.... em 13 de Janeiro de 2019 e como tem sido meu apanágio de não estar presente por motivos profissionais e particulares tem-me valido a amizade do meu grande amigo Carlos Seixas, (em boa hora o apresentei ao Grupo) para me fazer uma breve retrospectiva do acontecimento e respectiva entrega de fotografias recolhidas nesse momento para que fiquem preservadas em arquivo.
Quem respeita uma "instituição" a valoriza e enaltece merece todo o meu respeito e dos meus pares.
Instituição acima de tudo. É, e será o meu lema.
Segundo consta, o acolhimento pela parte dessa Ganadaria, não poderia ter sido melhor, bem como o treino que decorreu com "algumas caras novas" e principalmente onde todos tiram proveito da função recolhendo ensinamentos, experiência e sem ninguém se aleijar. Teremos dia 25 de Janeiro, uma Noite de Fados, sobressaindo a Madrinha do grupo, Dnª Teresa Tapadas.
A todos os percursores, antigos, atuais, colaboradores, seguidores e simpatizantes do G.F.R., uma época recheada de triunfos.    
 
 


   

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

"Coisas" simples

Com este ano de 2018 a acabar e sem poder fazer uma retrospectiva sobre o desempenho do Grupo, porque não o pude acompanhar, resta-me opinar sobre o pouco que sei quer pelo que me contaram quer por algumas noticias publicadas nas redes sociais.
Comecemos pela mudança de cabo.
No inicio deste ano o comando do Grupo de Forcados Amadores de Riachos, transitou do João Branco para o Nuno Matos.
Só tive oportunidade de assistir a um treino e durante esse treino sugeri convocar uma reunião com os elementos da atual direção.
A sugestão foi bem aceite e a reunião realizou-se em 27-05-2018
Estas foram só as duas vezes em que estive presente em "eventos" do Grupo mas a avaliar pelas noticias recolhidas a época foi positiva.
Alguns eventos foram realizados e algumas corridas foram realizadas em Espanha.
O jantar de Natal ou fim de época foi efetuado como sempre tem acontecido.
Para o ano que se avizinha, espero estar mais presente.
Resta-me desejar a todas as pessoas com ligações a este grupo um ano de 2019, repleto com o que mais desejarem. Bom Ano

                                             Coisas Simples Com Grande Significado  
  












 

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Olé! Jornal de Tauromaquia. Já nas bancas





Hoje aconteceu comigo!
A maioria das pessoas, quando sentem alguma alteração no seu organismo e que não conseguem resolver, geralmente vai ao médico de família.
Mas se mesmo assim a coisa não se resolve, e por vezes até se agrava, então recorrem a adivinhos, bruxos, santinhos etc… e apenas em último caso recorrem a um especialista, que era a primeira coisa que deveriam fazer.
Ora eu, como não fui ver a corrida em Riachos no dia 29 de Setembro de 2018, fui ouvindo e lendo comentários de adivinhos; bruxos e só não consultei os santinhos porque não sou muito dado a essas coisas.
Depois disso fiz a minha própria análise, “agarrando-me” somente áquilo que ouvi.
Bom! Era fim de mês, a malta ficou um pouco curta de “guito” porque o gastou nas férias, alguns ainda não tinham recebido e outros com filhos a necessitarem dos livros e material escolar não poderiam dar-se ao luxo de “andarem a fazer outros floreados”. Também àquela hora da tarde com as temperaturas que por ai se instalaram para dar cabo de tudo e de todos, não admira que se estivesse melhor á sombra e por isso não houve praça cheia em Riachos.
Blá ! Blá! Blá!  E eu a pensar! Era um festival taurino, com praticantes ou lá como lhes chamam (uns mais rodados que outros) malta que anda nessas lides por carolice, pela afición, ou porque tenta vingar nesse meio e por isso os animais não poderiam ser “topo de gama”.
O cabo do G.F.A.R. lá pensou e bem (quanto a mim) vamos lá enviar (não é aviar) uns Brancos, uns Formigos, para assim passar a vez por todos e calejar esta gente mais nova. Os Brancos vêm de uma família com tradições (nada a dizer) e o Formigo, que a mim sempre me pareceu uma Formiga, esteve à altura de um animal de grande porte, porque sempre o vi como discreto, assíduo e quando solicitado, um trabalhador apesar de ter um físico que nunca me inspirou confiança (mas os homens nunca se mediram aos palmos). Pelos vistos, tanto os que foram assistir, como os que participaram na função, se divertiram e não se aleijaram. Todos, até os mais sabedores, naquele dia aprenderam qualquer coisa e eu fui um deles pois para a próxima (tal como o fazia antigamente) vou primeiro comprar o Jornal de Tauromaquia Olé! E só depois vou ouvir os bruxos, adivinhos e curandeiros. É agradável (Festival Agradável) voltar a consultar especialistas.  






domingo, 9 de setembro de 2018

Embaixadores








(Autor desconhecido) G.F.A.R.





(Autor desconhecido) G.F.A.R.

 Estas duas fotografias estão separadas por 24 dias, e cerca de 1700 quilômetros percorridos.
Elas retratam uma organização Riachense, que se deslocou a Espanha a dois lugares distintos para lá deixarem uma boa impressão.
Como embaixadores de uma tradição Portuguesa, e representando uma localidade que é Riachos, cumpriram com a sua missão, deixando-me orgulhoso do seu desempenho.
Como todos eles entenderam dar-me livre acesso às suas atividades (demonstraram confiança e humildade) vejo-os melhorarem as suas performances de dia para dia com empenho e destreza nunca desprezando críticas construtivas denotando discernimento e revelando maturidade.
Nestas duas deslocações foram pegados seis animais, dois da primeira deslocação e quatro da segunda.
Sem percalços de maior tanto nas funções como nas viagens, a rapaziada fez aquilo de que gosta, divertiu-se, viajou e deixou boa impressão.
A Vila de Riachos (tal como eu) deve de estar vaidosa destes seus embaixadores.  

sábado, 18 de agosto de 2018

Exame de consciência






Grupo de Forcados Amadores de Riachos (cabo Nuno Matos) 16-08-2018, Mozoncillo Espanha Província de Segovia


Exame de consciência, dizem-nos que é uma revisão de pensamentos, palavras e ações, com a finalidade de verificar a sua conformidade com a lei moral.
Posto isto, vou passar à revisão de pensamentos.
Como já referenciei em post anterior sou o sócio nº 12, do G.F.A.R. e esta ação visa o meu singelo contributo (nunca é suficiente) para atenuar as despesas do Grupo.
E porquê se nem ligações tenho à Vila de Riachos?
Primeiro tenho um gosto especial pela Tauromaquia e em particular pelo G.F.A.R. mais aos amigos que por lá fiz, encontrei e mantenho.
Segundo, porque fazendo o meu próprio exame de consciência reconheço que para que o Grupo, continue a existir é necessária a abnegação dos seus elementos, aos “mecenas “que contribuem com o que têm quer seja em trabalho desinteressado, donativos, ou até umas simples palmas nas touradas e uns abraços no final de cada corrida.
Vejamos: São jovens que gostam do que fazem, têm regras e a responsabilidade de envergarem uma jaqueta que representa “o clube da terra”.
Essa terra que é Riachos, pode ser mal ou bem falada nos locais por onde eles passem. 
É “colocada no mapa” sempre que eles se desloquem para os fins a que se propuseram, por isso são embaixadores da Vila de Riachos.
Mas, atenção, esses jovens também têm família, empregos e dificuldades monetárias como todos nós.
Nesta deslocação a Espanha que ficou para a história do Grupo pelo início do “mandato” do Nuno Matos (como cabo) certamente alguns destes jovens perderam dias de trabalho, ficaram a dever favores, e tiveram que dividir as despesas de transporte e mais um sem número de ocorrências a que cada um se teve de expor.
Reconhecendo eu todo este “frenesi” sei que nem que me fizesse sócio 1000 vezes, não iria colmatar as necessidades básicas do Grupo, mas também sei (pelo tal exame de consciência) que só que lhes vá bater palmas numa qualquer tourada em que participem eles irão ficar agradecidos.