sexta-feira, 19 de outubro de 2018

O riachense jornal regional fundado em 1908

Informação regional de 17 Outubro de 2018


Crónica de João Triguinho Lopes







Grupo de Forcados Amadores de Riachos

PRÓXIMO COMPROMISSO





quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Coelhony & Bairrismo













Esta vai dedicada ao meu amigo "Coelhony" (Mário Coelho)  porque hoje é dia 10 de Outubro e amanhã é dia 11.
Parece-me que o bairrismo do meu amigo "Coelhony" se deve a uma analogia à sua terra natal!!! Riachos
Posso estar enganado porque o "Coelhony" pode até nem ter nascido naquela Vila Ribatejana, mas pela maneira como a defende e ás suas tradições, mais "ao seu Grupo de Forcados" até parece que é tudo dele. Ainda bem que existem pessoas assim. Ser ou não ser, acreditar e defender, porque se está integrado em uma comunidade que respeita e continua a divulgar e a defender os seus costumes tais como o seu Rancho Folclórico e as memórias da terra, (Sr. Joaquim Santana e outros) mais as outras instituições sediadas naquela Vila, onde essas pessoas tiveram e têm a sensibilidade de as respeitar mesmo não sendo de lá têm toda a minha consideração e admiração. Por aquilo que escrevo é necessário entender que posso estar a ser induzido em erro quanto ao meu amigo "Coelhony" porque pouco ou nada sei a seu respeito.
Levam-me estas linhas na direção daquilo que consigo ler sobre o que lhe vai na alma. A interpretação é só minha e até pode estar desfasada da realidade (duvido) mas é isso que sinto em relação ao meu amigo.  Quanto ao G.F.A.R., acredito que por lá existam mais pessoas assim mas que não se manifestam e simplesmente interiorizem sem divulgar o que lhes vai no seu intimo. Toda esta "lengalenga" é uma homenagem ao amigo "Coelhony" e a quem sente respeita e dignifica as tradições de uma localidade que até pode nem ser sua mas que sentindo que faz parte integrante dessa comunidade as defende.    

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Olé! Jornal de Tauromaquia. Já nas bancas





Hoje aconteceu comigo!
A maioria das pessoas, quando sentem alguma alteração no seu organismo e que não conseguem resolver, geralmente vai ao médico de família.
Mas se mesmo assim a coisa não se resolve, e por vezes até se agrava, então recorrem a adivinhos, bruxos, santinhos etc… e apenas em último caso recorrem a um especialista, que era a primeira coisa que deveriam fazer.
Ora eu, como não fui ver a corrida em Riachos no dia 29 de Setembro de 2018, fui ouvindo e lendo comentários de adivinhos; bruxos e só não consultei os santinhos porque não sou muito dado a essas coisas.
Depois disso fiz a minha própria análise, “agarrando-me” somente áquilo que ouvi.
Bom! Era fim de mês, a malta ficou um pouco curta de “guito” porque o gastou nas férias, alguns ainda não tinham recebido e outros com filhos a necessitarem dos livros e material escolar não poderiam dar-se ao luxo de “andarem a fazer outros floreados”. Também àquela hora da tarde com as temperaturas que por ai se instalaram para dar cabo de tudo e de todos, não admira que se estivesse melhor á sombra e por isso não houve praça cheia em Riachos.
Blá ! Blá! Blá!  E eu a pensar! Era um festival taurino, com praticantes ou lá como lhes chamam (uns mais rodados que outros) malta que anda nessas lides por carolice, pela afición, ou porque tenta vingar nesse meio e por isso os animais não poderiam ser “topo de gama”.
O cabo do G.F.A.R. lá pensou e bem (quanto a mim) vamos lá enviar (não é aviar) uns Brancos, uns Formigos, para assim passar a vez por todos e calejar esta gente mais nova. Os Brancos vêm de uma família com tradições (nada a dizer) e o Formigo, que a mim sempre me pareceu uma Formiga, esteve à altura de um animal de grande porte, porque sempre o vi como discreto, assíduo e quando solicitado, um trabalhador apesar de ter um físico que nunca me inspirou confiança (mas os homens nunca se mediram aos palmos). Pelos vistos, tanto os que foram assistir, como os que participaram na função, se divertiram e não se aleijaram. Todos, até os mais sabedores, naquele dia aprenderam qualquer coisa e eu fui um deles pois para a próxima (tal como o fazia antigamente) vou primeiro comprar o Jornal de Tauromaquia Olé! E só depois vou ouvir os bruxos, adivinhos e curandeiros. É agradável (Festival Agradável) voltar a consultar especialistas.  






domingo, 9 de setembro de 2018

Embaixadores








(Autor desconhecido) G.F.A.R.





(Autor desconhecido) G.F.A.R.

 Estas duas fotografias estão separadas por 24 dias, e cerca de 1700 quilômetros percorridos.
Elas retratam uma organização Riachense, que se deslocou a Espanha a dois lugares distintos para lá deixarem uma boa impressão.
Como embaixadores de uma tradição Portuguesa, e representando uma localidade que é Riachos, cumpriram com a sua missão, deixando-me orgulhoso do seu desempenho.
Como todos eles entenderam dar-me livre acesso às suas atividades (demonstraram confiança e humildade) vejo-os melhorarem as suas performances de dia para dia com empenho e destreza nunca desprezando críticas construtivas denotando discernimento e revelando maturidade.
Nestas duas deslocações foram pegados seis animais, dois da primeira deslocação e quatro da segunda.
Sem percalços de maior tanto nas funções como nas viagens, a rapaziada fez aquilo de que gosta, divertiu-se, viajou e deixou boa impressão.
A Vila de Riachos (tal como eu) deve de estar vaidosa destes seus embaixadores.  

sábado, 18 de agosto de 2018

Exame de consciência






Grupo de Forcados Amadores de Riachos (cabo Nuno Matos) 16-08-2018, Mozoncillo Espanha Província de Segovia


Exame de consciência, dizem-nos que é uma revisão de pensamentos, palavras e ações, com a finalidade de verificar a sua conformidade com a lei moral.
Posto isto, vou passar à revisão de pensamentos.
Como já referenciei em post anterior sou o sócio nº 12, do G.F.A.R. e esta ação visa o meu singelo contributo (nunca é suficiente) para atenuar as despesas do Grupo.
E porquê se nem ligações tenho à Vila de Riachos?
Primeiro tenho um gosto especial pela Tauromaquia e em particular pelo G.F.A.R. mais aos amigos que por lá fiz, encontrei e mantenho.
Segundo, porque fazendo o meu próprio exame de consciência reconheço que para que o Grupo, continue a existir é necessária a abnegação dos seus elementos, aos “mecenas “que contribuem com o que têm quer seja em trabalho desinteressado, donativos, ou até umas simples palmas nas touradas e uns abraços no final de cada corrida.
Vejamos: São jovens que gostam do que fazem, têm regras e a responsabilidade de envergarem uma jaqueta que representa “o clube da terra”.
Essa terra que é Riachos, pode ser mal ou bem falada nos locais por onde eles passem. 
É “colocada no mapa” sempre que eles se desloquem para os fins a que se propuseram, por isso são embaixadores da Vila de Riachos.
Mas, atenção, esses jovens também têm família, empregos e dificuldades monetárias como todos nós.
Nesta deslocação a Espanha que ficou para a história do Grupo pelo início do “mandato” do Nuno Matos (como cabo) certamente alguns destes jovens perderam dias de trabalho, ficaram a dever favores, e tiveram que dividir as despesas de transporte e mais um sem número de ocorrências a que cada um se teve de expor.
Reconhecendo eu todo este “frenesi” sei que nem que me fizesse sócio 1000 vezes, não iria colmatar as necessidades básicas do Grupo, mas também sei (pelo tal exame de consciência) que só que lhes vá bater palmas numa qualquer tourada em que participem eles irão ficar agradecidos. 

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

"Emigrantes"















Nuno Matos (cabo) do G.F.A.R.






Tal como tem vindo a acontecer ao longo dos séculos, alguns Portugueses para singrarem têm que abandonar o seu País.
Com a época tauromáquica de 2018, a meio da sua “resolução” o nosso Grupo tem hoje o primeiro compromisso mas em terras de Espanha.
Para o Grupo agora comandado por Nuno Matos, os nossos desejos argumentam-se pela dignificação da jaqueta que pertence à Vila de Riachos, com todos os pressupostos que vêm de trás, mais a não existência de acidentes e uma boa viagem de regresso.
Tive hoje o prazer de transmitir isso mesmo ao presidente da direção.
Para todos, do Grupo, um obrigado que será certamente corroborado por todos os seguidores e simpatizantes do G.F.A.R.     

sábado, 11 de agosto de 2018

Adoro estes putos !!!!!







Agosto de 1997


Carlos Branco (ex. cabo e fundador) do G.F.A.R.

João Branco 1º Treino do G.F.A.R.





Joel Santos 11ª treino do G.F.A.R. (o primeiro em que participou)

Na esquerda Afonso 14º treino do G.F.A.R. (primeiro treino em que participou)


Agora só para descontrair (Afonso com a língua de fora) os "putos" vinham com fome !!! de Touros ou de Entremeadas ????

 Com alguns ressentimentos é com agrado que vejo alguns "miúdos" estarem a fazer aquilo que gostam, a saírem-se bem e principalmente sem se aleijarem.
Se sou de acordo com o que fizeram ? Não. Mas quem sou eu para opinar sobre as preferências dos outros ou sobre a sua conduta.
Fiquei aborrecido (continuo) quando vejo miúdos, terem formação, identificarem-se com ela, fazerem alarde dela, idolatrarem quem os ensinou e depois "saírem de mansinho". Irreverências da juventude (digo eu). Para alguns até compreendo que isso aconteça (conheço vários casos) e um deles é o do João Branco, que se iniciou nas lides tauromáquicas (Forcados) no Grupo de Tomar, onde o seu coração ficou o que é compreensivo. Sendo o seu pai mentor e "ressuscitador" do grupo de Riachos, é natural que o seu filho João Branco, tenha ficado dividido entre os dois Grupos, e desse uma "mãozinha" a quem o ensinou (pai) e ao Grupo que o seu progenitor fundou. Mas os seus amigos continuaram no primeiro Grupo que representou e atenção aquela malta é mesmo amiga porque na função que desempenham, estão a "oscilar" entre a vida e a morte, e por isso os pratos da balança penderam e bem para o lado óbvio. Os outros que me deixam saudades " que os vi crescerem" no Grupo de Riachos, "escola primaria" deixaram-me alguma mágoa por não acreditarem no projeto.
Continuo e continuarei sempre a dizer, "a instituição" G.F.A.R. é intocável pelo respeito que se deve aos seus antepassados, ás pessoas que dele fazem parte quer sejam praticantes, colaboradores ou simpatizantes mais à terra que os viu nascer. Nunca por nunca misturar as coisas. Sorte para todos independentemente das preferências.